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Investimento: Fundos Imobiliários ou Imóveis?

Quem investe em informação, investe com segurança.

 

REBLOG: Finanças Femininas em 15 de Agosto de 2017

Por Ana Paula de Araujo

 

Fundos imobiliários X imóveis: qual é melhor?

 

Comprar um imóvel e ganhar dinheiro com seu aluguel ainda é tido como uma aposta segura para muita gente. Porém, os Fundos Imobiliários (FII) vão na contramão da sabedoria popular brasileira, que diz que não há nada mais sólido do que investir em cimento e tijolo – literalmente.

 

“Eles são uma alternativa de investimento para as pessoas que têm o sonho de investir em imóveis, mas não têm dinheiro para comprar um imóvel ou não querem enfrentar as preocupações envolvidas nessa compra, como certidões, escrituras, ITBI, reformas, etc.”, explica a coach em finanças Luciana Fiaux.

 

Nestes fundos, um grupo de investidores aplica seus recursos em empreendimentos imobiliários ou imóveis já prontos, como shoppings, edifícios comerciais e hospitais. Assim, ao investir em FIIs, você está, na verdade, comprando uma cota, ou seja, um pedaço desse conjunto de negócios imobiliários.

 

Trata-se de um investimento de renda variável, assim como as ações – por isso, é preciso se certificar de que você tem o perfil de investidora adequado para esse tipo de aplicação. Isso significa que o valor dessa cota pode subir ou descer da mesma maneira que acontece com o preço de uma ação – e, assim, você pode lucrar ou perder nessa variação.

 

Porém, não precisa se assustar, pois os FIIs têm um quê de renda fixa. “Além de poder ganhar na valorização da cota, você receberá aluguéis desses imóveis, um valor fixo que cairá na sua conta da corretora. Isso pode acontecer mensal, trimestral ou semestralmente, dependendo da política do fundo”, diz. Trocando em miúdos, você sempre terá um dinheiro caindo na conta – do mesmo jeito que seria se você estivesse alugando uma casa.

 

Por isso, eles também são uma ótima porta de entrada para o mundo da renda variável. “Além disso, os FIIs tendem a ser menos voláteis do que as ações – ou seja, sobem e descem menos”, completa. As cotas devem ser adquiridas através de uma corretora e, antes de encarar este investimento, é preciso garantir que você tem uma boa reserva em aplicações de renda fixa, como Tesouro Direto e CDB.

 

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